quinta-feira, 19 de maio de 2011

Jantar de beneficência a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro

No passado dia 13 de Maio realizou-se no Salão Milénio um jantar de beneficência cujos lucros reverteram a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O jantar contou com a prenseça de vários artistas locais, entre eles, JC, Rebeca, Tiago Ribeiro (participante do programa "Portugal tem Talento" da sic) e Tatiana André (participante do programa "Uma Canção para Ti" da tvi). Além da actuação destes artistas o público pode ainda contar com uma actuação de uma bailarina do estúdio Gecelly Ballet e de um grupo de bombos.
Para além destas actuações, graças ao contributo da Professora Teresa Thiran, houve a possibilidade de várias equipas do projecto Um Dia pela Vida se juntarem, podendo recordar os bons momentos passados em 2007 aqui nas Caldas da Rainha.
No fim do jantar, os presentes mostraram-se muito agradados, e é com bastante orgulho que podemos dizer missão cumprida, uma vez que conseguimos angariar mais de 1000€ a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Mais uma vez, muito obrigada a todos aqueles que tornaram possível esta iniciativa!





Novo método de rastreio de cancro

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Beber café pode reduzir em 57% o risco de ter cancro da mama

Beber cinco chávenas de café por dia pode ser mais saudável do que se pensa. Após analisarem seis mil mulheres que já tinham entrado na menopausa, especialistas da Karolinska Institute de Estocolmo descobriram que mulheres que bebem café têm 57% menos probabilidades de desenvolver cancro da mama.
O café seria um aliado na redução da absorção de receptores de estrogénios causadores do cancro da mama maligno. Os investigadores disseram acreditar que o café possui diferentes compostos que colaboram com o combate de outros tipos de cancro da mama, mas outros estudos ainda precisam de ser realizados.
Na Universidade do Missouri (EUA), os cientistas descobriram que algumas frutas e nozes ricas em apigenina também seriam capazes de reduzir significativamente a formação de tumores de mama em ratos de laboratório.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Diário de Bordo

26 e 27 de Abril: Continuámos com a elaboração do documentário e ultimámos os preparativos para a palestra.

3 de Maio: Palestra "Há curas para o cancro. Desistir não é uma delas!"

4 de Maio: Demos início à divulgação do jantar de beneficência a favor da LPCC, a realizar dia 13 de Maio, pelas 20 horas no Salão Milénio.

10 de Maio: Actualizámos o nosso blogue e contactámos algumas equipas da iniciativa "Um dia pela Vida", de modo a apelar a sua participação no nosso jantar.

Palestra "Há curas para o cancro. Desistir não é uma delas!"

No passado dia 3 de Maio, realizou-se no auditório do Centro da Juventude das Caldas da Rainha, a nossa palestra intitulada "Há curas para o cancro. Desistir não é uma delas!", direccionada aos alunos de Ciências e Tecnologias da Escola Secundária de Raul Proença (11º CT2, 12º CT1, 12º CT2, 12º CT3).
O painel era constituída por três elementos:
- Professora Teresa Thiran, que ficou a cargo da moderação da palestra, não só por ser uma ex-professora na nossa escola, mas também por estar a cargo e desenvolver diversas actividades da Liga Portuguesa Contra o Cancro nas Caldas da Rainha;
- Rita Teles Branco, coordenadora do Projecto Jovens Pela Liga e ainda voluntária da Liga Portuguesa Contra o Cancro no IPO de Lisboa, que alertou a audiência para a importância da prevenção e do rastreio, bem como para a ajuda dada pela LPCC aos doentes oncológicos;
- Dra. Alexandra Correia, coordenadora do Núcleo Sul da Associação Acreditar, que nos falou da sua experiência enquanto psicóloga numa associação de apoio a crianças com cancro e respectivas famílias e ainda qual o impacto que toda esta situação pode ter nos diferentes membros da família.
A nosso ver, a palestra foi bem recebida pela audiência, tendo decorrido sem nenhum contratempo. Esperamos que a mensagem tenha sido transmitida!
Muito obrigada a todos aqueles que estiveram presentes!

sábado, 7 de maio de 2011

Medicamento para o HIV pode combater cancro do colo do útero

Uma equipa de investigadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, descobriu que o fármaco Lopinavir, utilizado para tratar portadores do vírus da sida, pode combater de forma eficaz o papiloma vírus humano (HPV), associado ao desenvolvimento de cancro no colo do útero.
Um estudo publicado na revista “Antiviral Therapy”, mostrou que este medicamento tem a capacidade de alterar um mecanismo de defesa do HPV em células de mulheres infectadas com o vírus.
Contudo, os seus efeitos positivos contra o vírus responsável pelo desenvolvimento de tumores cancerígenos no colo do útero, e que nos homens está associado ao cancro peniano, só ocorrem se as pacientes receberem uma dose 15 vezes superior à aplicada nos doentes com sida. Desta forma, para os cientistas, o melhor método de aplicação seria por meio de cremes, pois, actualmente, o medicamento é disponibilizado apenas em formato de comprimidos.
De acordo com os investigadores, o Lopinavir actua no organismo ao eliminar as células infectadas pelo HPV, sem provocar danos significativos naquelas que são saudáveis. Tal acontece, porque o medicamento activa um sistema anti-viral do próprio organismo que é suprimido pelo HPV.
Para a equipa da Universidade de Manchester, esta descoberta pode melhorar o tratamento do cancro do colo do útero, cujos casos têm vindo a aumentar devido à transmissão sexual do vírus HPV, um das causas mais comuns da doença.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Novo método faz diagnóstico mais preciso do cancro

Um novo método de diagnóstico por imagem está a obter resultados precisos na detecção de cancro de mama, tiróide e doenças hepáticas. A elastografia com Toque Virtual (VTE) tem apresentado resultados mais eficazes do que os exames tradicionais, evitando indicações positivas para enfermidades inexistentes ou ignorando ocorrência de doenças já em curso.
A alta margem de acerto do procedimento se deve ao exame do aspecto elástico dos tecidos saudáveis e cancerígenos. Uma onda virtual, irradiada através de uma sonda infiltrada na região avaliada, checa a elasticidade dos tecidos, detectando até mesmo tumores discretos, o que oferece resultados mais confiáveis e seguros.
De acordo com o Instituto Kerr o método também pode ser usado para diagnósticos menos agressivos de doenças do fígado, como fibroses hepáticas e hepatites B e C. Isso porque a forma alternativa de detecção de enfermidade dispensa a biopsia hepática, que pode provocar hemorragia ou complicações.
Além disso, ao contrário da biopsia, que avalia apenas um fragmento, o VTE examina toda a extensão do órgão, proporcionando um diagnóstico mais apurado. Dessa forma, o paciente também recebe mais rápido a melhor indicação de tratamento, aumentando as probabilidades de cura.